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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

O anti-feminismo biológico

Estamos vivendo uma era em que a mulher tem tantos direitos quanto os homens. Nós votamos, somos votadas - a prefeita de minha cidade e ex-governadora é um exemplo disso - somos chefes executivas, somos tudo. Nós mulheres temos o mundo em nossas mãos. Usamos roupas masculinas, temos mais opções no vestuário, saia, vestido, macacões, calças, diversos modelos de blusas, etc., e os homens no tradicional paletó e gravata ou bermuda ou calça e camiseta.

Mas parece que apesar de tanto avanço social a mulher biologicamente não mudou muito. A natureza nos fez inferiores. Sim, queridas, inferiores.

Pra uma vida ser gerada basta tão somente que o homem ejacule dentro de nós, o orgasmo feminino é irrelevante na reprodução.

Os homens podem fazer filhos até enquanto a saúde permitir. Já nós, temos prazo de validade. Depois de certa idade nossos ovários param de funcionar. Por isso que é tão comum de se ver coroas com garotas, já mulheres maduras com garotões soa estranho, irreverente, engraçado, ridículo.

Mulheres são mais cobradas quanto a beleza. Somos ainda objetos que o homem compra. As ditas decentes se vendem no casamento, as mais moderninhas se alugam ou outras bondosas simplesmente se emprestam e são devolvidas a contra gosto, pois depois de usufruir muito eles perdem o interesse.

Mulheres podem morrer ao procriar, ao homem basta gozar. Engraçado, toda parte trabalhosa, chata, perigosa da perpetuação da espécie ficou conosco. Além disso, temos os incômodos da TPM, menstruação, depilação, menopausa e afins. Ia me esquecendo, homem faz xixi em pé e nós, vocês sabem.

Apesar de tudo ser mulher é bom. Muitos nos invejam, há mais travestis homens querendo ser mulheres do que mulheres se travestindo de homens. Ser mulher, poder gerar uma vida, é encantador, divino. Mas se eu pudesse escolher pensaria duas vezes antes de ser mulher novamente.

Um comentário:

Anônimo disse...

Hahahah!
Concordo em gênero, número e grau!

Beijos,

Caterine