Aqui tem apenas devaneios de uma mente livre e limitada por suas falhas. Provavelmente você encontrará erros de português, textos repetitivos, frases estranhas, parágrafos desconexos sem um pingo de estética. Mas terá originalidade. Se mesmo assim quiser continuar vá em frente.
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sábado, 5 de abril de 2014
rabiscos na areia
A culpa não é do mundo, das pessoas, é minha. Eu não consigo ser melhor. Pareço uma fruta que caiu do pé antes da hora e apodrece antes de se tornar madura. Talvez seja da minha natureza e algo escondido nos meus genes me faz sentir o peso da minha mediocridade e insignificância. Se eu fosse mais idiota talvez seria apenas uma boba alegre, se fosse mais inteligente conseguiria sublimar com sabedoria me tornando melhor ou ressignificando isso. Vou fazer trinta anos e apesar de ter evoluído sinto que ainda cometo erros infantis. Isso dói. O que mais dói é não ser emocionalmente independente, sentir falta de conversas e me sentir confortável com meus monólogos. Ao mesmo tempo não sei ter amigos. As vezes me interesso por espiritualidade nem tanto por fé, mas por querer escapar de mim. Escrevo isso porque talvez alguém se interesse, um neto, bisneto queira saber da onde veio. Tudo é a esperança de que meus sentimentos sejam importantes pra alguém. Que eu tenha algum valor. O que tenho é muito a agradecer e também uma dor chata no peito. Obrigada Deus por tudo.
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Um comentário:
Você é importante para mim e para seus filhos. Isso não basta?
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