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segunda-feira, 22 de abril de 2013
O terrorismo da mídia
Em 2011 acompanhei aqueda das torres gêmeas morrendo de medo que dali começasse uma nova guerra mundial. Apesar dos megaeventos que teremos da Copa e Olimpíadas terrorismo não é uma ameaça direta ao Brasil, mas mesmo assim lamentamos e choramos as mortes que ocorrem nos Estados Unidos. Não fazemos isso apenas no sentido político, mas com o real pesar humano.
Agora tivemos em Boston mais um ataque terrorista e lamentamos profundamente a morte das vítimas, as escoriações, o susto de quem esteve nesse horror. Esse pesar todo é comum quando se trata de casos em que a mídia expõe com música triste, tom dramático. As tragédias locais não interessam muito, se não passou na tv, não foi meme nas redes sociais, se todo mundo não está comentando ninguém liga. Todos os dias milhares de pessoas morrem pelo descaso na saúde nesse país, com a violência que a alimentada pela impunidade, tráfico. Pessoas morrem nas estradas, crianças ficam tendo uma péssima educação, pessoas morrem de fome e quase ninguém vê ou quer saber. O importante é comentar a matéria que sai no jornal, ficar comovido com a dor destaca na mídia como foi na boate Kiss. O engraçado é que as pessoas gostam de ajudar nessas horas, fizeram doações de água para os familiares, não era enchente, não era desastre natural, aquilo não era necessário, pois não eram pessoas paupérrimas, eram pessoas que estavam sofrendo muito , mas que não tinha necessidade de receber um bens materias. Os que realmente precisam dessa ajuda financeira por não estar na mídia não recebe, nem um abraço, nem um olhar benevolente. O terrorismo não é importante? Sim, politicamente ele é importante para o mundo inteiro. Mas a dor dos mortos é a mesma. Não é porque morreu nos Boston EUA que é mais importante de quem morreu no Acre. Se cai um avião num país pequeno do Oriente Médio é uma notinha no jornal e as pessoas encaram como uma informação, da mesma forma que contabilizam o número de mortos no feriado de carnaval, o índice de violência no Rio de Janeiro. Agora se acontece algo nos EUA o mundo pára e chora. A maior arma não é uma bomba atômica é comandara mídia mundial, essa sim consegue transformar pessoas em zumbis, um exército capaz de sentir e agir como eles querem. Matar é pouco, dominar é melhor e a mídia faz isso muito bem.
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