Aqui tem apenas devaneios de uma mente livre e limitada por suas falhas. Provavelmente você encontrará erros de português, textos repetitivos, frases estranhas, parágrafos desconexos sem um pingo de estética. Mas terá originalidade. Se mesmo assim quiser continuar vá em frente.
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domingo, 22 de julho de 2012
House acabou.
Hoje assisti o último episódio da série House. Não acabou tão bem quanto esperava, mas o durante valeu muito a pena. O que mais me encantou foi a forma como o ser humano era mostrado em sua ambigüidade, fraquezas e nobrezas. Todos os temas foram tratados dos políticos, amorosos, sexuais aos fraternais.
A expectativa da morte, a luta pela vida revela em nós sentimentos extremos até então desconhecidos. Acompanhar essas emoções ao longo de todos esses anos foi incrível, único.
Séries médicas existem muitas, mas uma que não se preocupa em ser politicamente correta, que mostra as verdades que sabemos, mas que não falamos por não ser apropriado ao senso comum. Estamos presos numa realidade em que nossos reais sentimentos precisam ser encarcerados pelo o que se espera sentir, onde repete-se as frases de efeito vazias dos livra de auto ajuda sem a menor reflexão. Onde não há verdade, somente enlatados que engolimos pronto, é bom ver algo que ouse ser diferente e mostrar a poesia do que somos, as fraquezas, as dúvidas.
A arte pode não nos fazer melhores, mas só de nos fazer pensar, emocionar já cumpriu sua missão.
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