Todo mundo deve ter medo de morrer. Seja lá qual for sua religião ninguém em sã consciencia deseja a morte. A vida deve ser muito boa ou o medo muito grande. Tenho meus medos, mas temo muito mais uma vida não vivida intimamente, mecanizada e perdida. Pior do que a lágrima sincera é o sorriso falso de quem mente pra si mesmo.
Não há espaço nesse mundo pra nada original, toda sabedoria, ou pelo quase toda disponível a nós humanóides foi revelada. Mas mesmo que todo romance tenha sido filmado a mágica do amor sendo vivida na realidade por míseros mortais é única em sua mesmice totalitária.
Esse texto mostra bem como as digressões correm solto em mim. Mas apenas permito, se querem coesão há literatura de ponta para isto, aqui é apenas eu ou um fragmento deste que tem preguiça de pensar mas urgência em se expressar sabe-se lá porquê.
Viva a poesia em prosa!
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