Uma das coisas que mais me aborrecem são as datas comemorativas. Ficamos presos a esse clichê. Mal acaba o carnaval e lá vem páscoa. Somos tratados como marionetes. No carnaval as pessoas são convidadas a promiscuidade precavida ♫♫ camisinha, coloca me amor ♫♫ , beber muita cerveja e se acabar nos trios, blocos carnavalescos,escolas de samba. Logo depois é a páscoa e lembram que Jesus existe, e lá vem ovos de chocolate, tempo de se renovar, perdão. Do profano ao sagrado, somos levados a consumir o que a mídia nos impõe.
Não entendo essa de Estado laico, mentira. Se fosse mesmo não teríamos feriados religiosos.
Um país que proíbe a mas incentiva o consumo e bebidas alcoólicas, com comercias cada vez msis apelativo onde jovens se embriagam e entorpecidos pelo sexo e álcool se deixam levar pela onda de modismos.
Não temos uma juventude politizada porque o ópio pode ser muito bem substituído pelas drogas lícitas.
Mesmo os que tem acesso a cultura se fecha em seu ciclo vicioso de vícios e se contentam em ter mais que os demais e ter suas necessidades atendidas.
São como gordos anêmicos entupidos e fast food. Calorias vazias, estômago cheio e corpo carente de vitaminas.
Num tempo atrás os tidos puteiros eram lugares obscuros, atualmente coloca-se cartazes com anúncio de garota de programa.
Zero hipocrisia, mundo liberal. Estamos melhores assim? Pelo que saiba a depressão é a doença que mais cresce no mundo. Não entendo como pode ter tanta gente triste com tamanha liberdade que temos.
Não sei que mundo é esse em que vivemos, nem o que esperar do futuro da nação, só sei que quando menos se espera chega o natal, ano novo, carnaval...
Nenhum comentário:
Postar um comentário